A nova versão da bandeira da comunidade LGBTQIA+ tomou as ruas de Copacabana, no Rio de Janeiro, na 27ª Parada do Orgulho LGBTQIA+. Agora foram incluídas as cores que representam os trans, intersexo e a luta antiracismo.
A novidade foi apresentada pelo Grupo Arco-Íris, organizador da Parada. “A maior bandeira Lgbti+ do mundo é a bandeira da Parada do Rio. Isso desde 1995. São 124 metros x 10 metros de largura. Agora ela vem novinha em folha com a inclusão da luta antirracista, de luta contra a AIDS e a bandeira do Movimentos Trans e de Pessoas Intersexo”, afirmou Claudio Nascimento, presente do Grupo Arco-Íris, em seu Instagram.
O projeto foi feito pelo estilista @almirfranca.
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Lançamento da nova bandeira LGBTQIA+
A nova versão da bandeira foi criada em 2018 pelo designer norte-americano gráfico Daniel Quasa. A inclusão ultrapassa a associação “exclusiva” à comunidade gay e reforça ainda mais o conceito de diversidade. A bandeira foi oficialmente adotada pela prefeitura de Londres e por várias entidades e instituições.
Origem da bandeira
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O primeiro político gay eleito nos Estados Unidos, Harvey Milk, solicitou ao artista Gilberto Baker criar uma bandeira. Então, em 1978, surgiu um símbolo com oito cores. A primeira vez em que o público viu a bandeira foi no Dia de Liberdade Gay, em São Francisco, na Califórnia, no mesmo ano.
Em 1979, o rosa foi removido da bandeira e, posteriormente ficou com apenas seis cores: as cores turquesa e índico se tornaram um único azul.
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Para a bandeira que surgiu em nome de uma pluralidade, combatendo construções sociais do que seria inerente ao masculino e feminino, deixar o azul, contendo o vermelho e deixando de conter o rosa, me parece uma certa “perpetuação” machista a exemplo do que apregoam os muçulmanos, onde até as conversas na Copa, tiveram a cautela de evitar a leitura labial! E o rosa poderia se reportar ao que a planta, homônima ao nome da cor traz por si só para a vida: ou se torna Flor ou permanece como Espinho!