20 de julho de 2026

2 thoughts on “Os estudos sobre transexualidade no Brasil

  1. Sobre a Transexualidade, tenho dito, que o “primeiro passo” é verificar junto à mãe se ela desejou muito ter a prole de único gênero ou buscar tal informação pela hipnose: a própria pessoa relatando a vivência intrauterina! Porque lembro a saudosa Rogeria: que “explicou” ser travesti mas Astolfo! A sexualidade exercida, “independente” do travesti ou ser Astolfo! E foi da época da sexualidade fluida: homens e mulheres, ligados por coleguismo ou ideologia politica, namoravam “hetero” mantendo relação homo, muitas vezes, em mesmo dia! Quando ouço de cantores ou políticos daquela época, hoje avôs e avós, na opinião dos netos, em especial, “como famílias unidas” nem imaginam que possam ter se relacionado homoafetivamente! Como sou cisgenero, mas aguardado do gênero oposto, elogiam minha característica “feminina” de ouvir, aconselhar, que despertou em muitos homens a atração, ainda mais se já éramos amigos! Nem deixaram de ter ereção pelo meu corpo “masculino” como pelos e voz e, nem eu deixei de relaxar e me excitar pela performance deles na transa! Noutra ponta, tivemos a Roberta Close, que foi em nosso País, presumo a primeira mulher trans, decidida desde a adolescência na sexualidade e no gênero “a seguir”, digamos assim!

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