Você conhece alguém que abomina homossexuais? Ele (a) não para de dizer que isso não é natural, que todos são aberrações e que sentiria vergonha em ter alguém assim na família? Há chances desse preconceituoso de plantão ser gay ou bissexual.
“Homofóbicos, que são pessoas que sentem grande desconforto quando pensam em homossexualidade, frequentemente são homossexuais reprimindo suas próprias tendências biológicas”, descreveu a revista Superinteressante ao citar estudos feitos por psicólogos.
Podemos ainda relembrar o caso, citado no BlogSoubi recentemente, do defensor da cura gay. Alan Chambers, líder de uma das maiores comunidades cristãs do mundo, a Exodus International, escreveu um texto pedindo desculpas por tentar “curar” os gays e finalmente assumiu a sua própria homossexualidade.
Ele buscou se livrar desse sentimento a vida inteira – a repressão psicológica era tão forte que decidiu fazer dessa obsessão um projeto de vida. Chambers não queria ser gay. Por isso casou com uma mulher e causou um sofrimento desnecessário a muitas famílias que viviam (ou vivem) a ignorância de acreditar que as pessoas podem “escolher” de quem vão gostar.
Vamos a outro exemplo, agora de uma celebridade. Aos 41 anos, Rick Martin assumiu há apenas três anos a sua homossexualidade. Ele admitiu à revista GQ australiana que tinha atitudes homofóbicas antes de sair do armário.
“Eu era muito bravo, muito rebelde. Eu olhava para gays e pensava ‘não sou assim, não quero ser assim, isso não sou eu’… tinha vergonha”, admitiu o cantor em entrevista à revista.
Obviamente nem todos os homofóbicos são homo ou bissexuais. Muitos deles decoram “leis religiosas” ou reproduzem o que ouviram de outras pessoas (às vezes da própria família). Mas o mais importante é compreender o que todos esses exemplos nos mostram: não devemos deixar de viver experiências e desejos por conta do que os outros falam. Se eles perderam parte das suas vidas tentando se reprimir, não devemos fazer o mesmo.

Um pouco decepcionada pela postergação das respostas as perguntas que fiz no post anterior pois voce mesma me instigou a questiona-la, vou pensar em algo que tenho bastante claro na minha cabeça em relação a esse post e voltarei aqui para comentar. Uma duvida: Será que mexi com sua cabeça?
Fiquei espertinha agora….rsrsrsrs….e com certeza, não vou responder coisas tão rapidamente como ingenuamente fiz, acreditando que haveria “troco” rápido tambem!
Marisa, infelizmente, por falta de tempo, ainda não consegui escrever o post que você pediu. Mas logo mais ele está saindo, não se preocupe. Esse outro já estava pronto. Abs!
Estou sempre acompanhando o blog, mas já faz um tempinho que não comento (por falta de tempo), então quando vi esse post não pude deixar de ratificar o conteúdo…
Durante muito tempo usei o preconceito e a homofobia como escudo para tentar me “proteger” da homossexualidade, obviamente se estou aqui é porque não deu certo!
Nunca agredi ninguém, tentava “respeitar”… Não falava nada diretamente, mas fazia comentários maldosos com minhas amigas numa forma de “tranquilizar” minha consciência.Me lembro que sempre sentia um desconforto imenso perto de gays e tinha pavor de conversar sobre este assunto.
Hoje me sinto extremamente envergonhada por isso! Aprendi que a NOSSA aceitação é a mais importante e que tentar fugir disso só trará sofrimentos.
Ultimamente venho observado que minha filha de 15 anos, vive falando de gays e lésbicas, sempre que a gente sai ela observa e sempre rotula alguem de homossexual,seja pela forma de andar, de vestir,de falar…e fala demais nesse assunto,vale lembrar que o pai é evangélico e coloca isso o tempo todo na cabeça deles como abominação,o menino só tem 10 anos, não dá importância e sempre me diz que respeita a todos( pois é o que ensino) mas ela, está com uns comportamentos de abominação,eu sempre falo pra ela deixar as pessoas viverem suas vidas, como queiram, e às vezes ela até se irrita comigo por causa disso.Juro que estou preocupada,ela tem um namorado, que mora fora da nossa cidade, mas estou atenta,pois me preocupo que essa aversão seja uma forma de esconder algum desejo,espero que não,mas estou de olho.Aceito opiniões! Bjão a todos!!!
Sempre trago a palavra homofobia, pelo significado dos radicais homo/igual e fobia/medo, logo “medo do igual”! Na questão das mulheres, percebo, que no cotidiano entre si, ocorre “impasses”: sogra/nora; mães (coroas)/filhas (jovens) e até entre colegas (ambas mulheres); agora imaginemos na cabeça de muitas a questão homoafetiva, nesse “contexto”! Já quando fiquei adolescente pela atração que as pernas de um colega me despertou, vieram questionamentos de como seria se ele fosse homo ou bi e quisesse me penetrar (sexo oral vinha ao pensamento como “argumento” para evitar penetracao! Mais amadurecido emocional e sexualmente, percebi que tudo vai do começo (com homem) ter sido precedido de amizade! Recentemente percebi dois jovens investindo na sedução (sou homem coroa): véspera do natal se eu estivesse sem máscara ele (por volta dos 30 anos) teria me beijado e, como foi em calçada, exigiu cautela, do porque da sedução. Chegamos a conversar sobre profissão e sexualidade! Ontem (07/01), ai no Restaurante, o garcon (por volta dos 25/27 anos) paquerou (fixamente) e sendo correspondido, deu uma esticada numa perna e leve abertura sugerindo curtir receber sexo oral ( me pareceu vulgar), poderia ter conversado sobre essa questão, antes quando me perguntou a opinião sobre o almoço e que fiz comparação com os restaurantes para onde viajo, momento que poderia conversar sobre atração e sexualidade!