
Sempre que alguém de um grupo historicamente marginalizado ocupa uma cadeira de poder, surgem milhares de teorias para dizer por que essa pessoa não deveria estar nessa posição.
É como se aquele lugar não pudesse pertencer àquela pessoa, porque ela faz parte “de outro grupo”. Vá lá você defender “o seu grupo”.
O avanço está em entendermos o que de fato é igualdade de direitos. E o que significa não excluir ninguém de movimentos de luta.
Enquanto mais de 60 países no mundo ainda criminalizam pessoas LGBTs, o Brasil teve avanços significativos em suas leis. Mas ainda está longe de ser um país seguro para quem é da comunidade.
Seguimos!
